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Sucessão de Empresas Familiares é Ponto Crítico!

Atualizado: Jul 3

O processo de sucessão em empresas costuma ser um ponto crítico nas que são familiares, em muitos casos, o herdeiro não possui um preparo adequado para assumir o controle da organização.


Em especial em situações inesperadas, como a morte do controlador da empresa, repentinamente, o novo gestor se vê diante de diversos desafios, tanto estratégicos, quanto operacionais e seu posicionamento neste ponto é crítico para os rumos da companhia.



Uma pesquisa realizada pela PricewaterhouseCooper (PwC), em 2016, mostra que apenas 19% das empresas familiares brasileiras têm um plano de sucessão. Por isso, Eduardo Valério, diretor-presidente da GoNext, especializada em gestão de negócios e implantação da governança corporativa em empresas familiares, chama a atenção para o fato de que, sem ter sido adequadamente preparado, o sucessor enfrenta muita dificuldade em fazer um processo de decisão consistente.


“Em situações assim, é comum que as decisões não sejam compartilhadas com outros diretores, podendo ter resultados catastróficos”, alerta.


Justamente nestes casos é preciso ter uma diretoria forte e um Conselho de Administração que possa ajudar muito neste processo de transição da empresa.


“O Conselho de Administração é o órgão chave nestes casos. É nele que o novo líder vai encontrar respaldo para os seus processos decisórios e também para as críticas, além de evitar que se tome decisões equivocadas na organização”, diz Valério.


O ideal é designar um diretor que não é da família como diretor geral ou CEO por um prazo de transição, onde ele será o mentor do sucessor ou dos sucessores deste processo, assim como também, pode ser o representante do Conselho de Administração durante a vigência do processo sucessório.


Este cenário é comprovado pela pesquisa da PwC, que aponta que 69% das empresas familiares têm membros de fora da família no Conselho de Administração.


Existem também os casos em que a velha geração opta por deixar a empresa, mas a nova geração ainda não tem a devida preparação para assumir, estas situações são mais tranquilas do que a substituição inesperada por falecimento, mas deve ser feita uma avaliação interna dos possíveis sucessores e buscando-se no mercado um profissional para gerir a transição.


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